Sábado, 30 de Agosto de 2008

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publicado por camarinhascoperacion às 16:38
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Onde Comer e Dormir em Loriga


Empreendimento Turistico "Vicente"Quartos Luxuosos e panoramicos Café, Restaurante, Snack Bar, Mini-Mercado, serviço de taxiEstrada Nacional Nr.231 -Vista Alegre6270-080 LorigaTelef. 238/953127http://www.ovicente.com/site/index.html


Casa do Meio da Vila(Turismo Rural)Travessa do Figueiredo Nr.66270 - 073 LorigaTelef.238/953401 - Telem.962455432-967721001http://www.casadomeiodavila.com/


Pensão CristóvãoDormidas/Almoços/JantaresRua Sacadura Cabral, 48 * 6270-108 LorigaTelef. 238/953312Carros de Aluguer Telef. 238/954077-953669 - Serviço Permanente Tlms. 963358465 - 964526751


Café-Restaurante "Império"Ermelinda Maria M. Alves MendesAv.Augusto Luis Mendes,17 * 6270-075 LorigaTelef. 238/953175


Café Minilor-Av.Augusto Luis Mendes, 14 A6270-075 LorigaTelef. 238/953213Churrasqueira "Serrana"Almoços e JantaresRua Gago Coutinho Nr.26270-108 Loriga - Telef. 238/954295


"O Central"Snack BarAlice & Carlos Romualdo-Av.Augusto Luis Mendes6270-075 Loriga - Telef. 238/951081


Café Montanha(Aida Jesus Matos Neves)Agente Oficial de TotolotoRua Sacadura Cabral6270-108 LorigaTelef.238/953177


Café "Mira Serra"Luciano Mendes PinheiroEstrada Nacional Nr.2316270-080 Loriga - Telef.238/953301


"Lorisnooker"Bar-JogosAv.Augusto Luis Mendes,14-D c/ v.6270-075 Loriga * Telef. 238/953614


Casa "Alfredo Moenda"DormidasAv. Augusto Luis Mendes (Carreira)6270-075 LorigaTelef. 238/953194



Atracções que o visitante não pode perder



-Loriga vista dos Mirantes, contemplando paisagens que não mais vai esquecer.


-Descobrir a montanha e percorrer os inúmeros caminhos que lhe proporcionarão a cada momento cenários únicos.


-Tocar ou mesmo mergulhar nas águas frescas e cristalinas da ribeira e que por todo o lado se fazem deslizar.


-Percorrer o caminho Romano, passeio a não perder, ver ainda o Caixão da Moura e também um mundo belo de socalcos construídos para a cultura do milho.


-Visitar Loriga nas Festas e acima de tudo viver as suas tradições.


-Contemplar no inverno esta bela localidade coberta de manto branco, bem como admirar a admirável Cascata das Lamas.


-Descobrir a as ruas estreitas da Vila e ainda seus pátios e becos, onde os telhados das casas se parecem tocar.


-Visitas a não perder:


-Igreja Matriz, Santuário da Nossa Senhora da Guia e Capelas de S.Sebastião e N.S.do Carmo.


-Viva a vida principalmente no Verão onde a claridade do dia entra pela noite fora.


Informação para o visitante


As infra-estruturas existentes em Loriga, satisfazem plenamente as exigências do visitanteque encontrará:"Pensão, Restaurantes, Cafés, Supermercados, Talhos, Venda de fruta e legumes, Padarias, Táxis, Autocarros, Farmácia, Caixa Multibanco, Sapatarias, Cabeleireiras, Pronto a Vestir, Posto de abastecimento de combustível, Cabina de Telefone, Posto Telefónico Público, Venda de revistas e jornais, CTT, Venda de Artesanato, Oficina de automóveis, Venda de mobílias, Venda de electrodomésticos e Posto de Informação Turística"
publicado por camarinhascoperacion às 06:01
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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Saltos para Água

Aqui ficam mais umas fotos de saltos para a água .
Estes dois Patos só querem mesmo água, eheheheheheheheh.





publicado por camarinhascoperacion às 13:09
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Sábado, 9 de Agosto de 2008

1944 - A Queda do avião em Loriga

Um avião inglês se despenhou, em plena Serra da Estrela, na "Penha do Gato", próximo de Loriga.
O avião Hudson EW 906 da Royal Air Force (RAF) tinha descolado da ilha de Gibraltar e seguia em direcção a Inglaterra com seis tripulantes que iriam passar o Carnaval na terra natal. Pouco depois da meia-noite do dia 22 de Fevereiro de 1944, no auge da II Guerra Mundial e com muito nevoeiro a encobrir a serra, o avião embate violentamente nas rochas graníticas e desfaz-se em mil pedaços. Os dois tripulantes ingleses e quatro sul-africanos, que seguiam a bordo, morrem instantaneamente.
Todos os seis aviadores foram sepultados no cemitério de Loriga e aí repousam até hoje. O governo inglês todos os anos envia para a Junta de Freguesia local uma verba para que a "Campa dos Ingleses", como é conhecida popularmente, seja condignamente tratada.

Como não acontecem muitas situações deste tipo aqui na província, as pessoas sentem um certo carinho por aqueles senhores que não nos dizem nada, mas que acabaram por ficar aqui sepultados.
É fácil ir hoje ao cemitério e ver nas campas deles uma flor amarela e amanhã duas brancas, as pessoas vão enfeitar as campas dos seus entes queridos e depois acabam também por colocar algumas na 'campa dos ingleses'".
A presença das simples seis pedras tumulares dos aviadores contrasta com os actuais túmulos portugueses, com mais ostentação.
Augusto Pinto, 88 anos, tem bem viva na memória a recordação da queda do avião nos penedos da serra.
"Os corpos dos aviadores vieram logo para baixo e ficaram na Capela de Santo António durante uma noite e ao outro dia foi o funeral", recorda ao DIÁRIO AS BEIRAS, lembrando que "veio cá um padre da religião deles e a banda também foi. Deram dois contos de reis para a banda lá ir e eu nessa altura tocava lá e também fui".
O cortejo fúnebre dos aviadores "nem foi pelas ruas habituais, porque o padre nessa altura quis dar uma pujança ao funeral e foi feita um distância enorme para ir até ao cemitério. Foi para mostrar que apesar de não sermos da mesma religião também tínhamos sentimentos por eles".
O octogenário relembra ainda que o "padre deles lá os enterrou, esteve a responsá-los, mas a gente não entendia nada e apesar da situação ainda nos rimos um bocado".
Já José Pina Gonçalves, 71 anos, tem uma visão mais limitada dos acontecimentos."Tinha oito anos e quando vim de manhã para a escola ouvi dizer que tinha caído um avião na serra, mas como era muito novo não me deixaram ir vê-lo", diz ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Os corpos foram transportados em cobertores para a capela e "eu e os meus colegas fomos lá vê-los". Apesar de na altura ainda não ter muita noção dos acontecimentos, mais tarde foi recolhendo elementos sobre o maior acidente ocorrido na freguesia no século passado. Descobriu que na altura a Câmara Municipal de Seia "não queria que o funeral deles fosse em Loriga, mas o padre e o presidente da junta da época impuseram-se e disse que Loriga tinha condições para fazer um funeral condigno ". Assim foi, e os seis aviadores repousam num cemitério com vistas deslumbrantes sobre os vales serranos, como aqueles que terão sobrevoado muitas vezes a bordo das "águias" de ferro da RAF.
publicado por camarinhascoperacion às 14:20
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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

A Historia de Loriga

Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231, e tem acesso directo à Lagoa Comprida, pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960m (Portela do Arão) e 1650m, junto à Lagoa Comprida.




É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária localização geográfica. Está situada a cerca de 770m de altitude, na sua parte urbana mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira da Nave e Ribeira de S.Bento, que se unem depois da E.T.A.R. para formarem a Ribeira de Loriga, um dos afluentes do Rio Alva.

Está dotada de uma ampla gama de infrastrutras físicas e culturais, que abrangem todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício que se prevê concluído durante o primeiro semestre de 2008.
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas - cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e S. Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.



publicado por camarinhascoperacion às 15:19
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Covões de Loriga




O belíssimo Vale de Loriga teve origem glaciar,tal como o Vale do Zêzere,este situado do lado oposto da Serra da Estrela.O mesmo glaciar,que se situava no planalto superior da serra,dividiu-se e rasgou estes dois vales,e outros vales menores e menos imponentes.
Porém,os dois vales glaciares mais imponentes da Serra da Estrela são diferentes porque as condições geológicas são um pouco diferentes.Do lado de Loriga,o granito era mais compacto e sólido,pelo que os efeitos erosivos do glaciar foram diferentes.
A massa compacta de duro granito dificultou a erosão ao Glaciar de Loriga.
Assim,enquanto do lado de Manteigas o glaciar abriu o característico vale em U aberto,do lado de Loriga o gelo rasgou um vale mais estreito, deixando altos penhascos e encostas escarpadas,um cenário não menos espectacular.Devido a essas características,os menos eruditos acham que o Vale de Loriga não é um vale glaciar,ou pensam que a parte do glaciar que abriu este vale era menor que aquela que abriu o Vale do Zêzere.
Outra característica do vale são as depressões em socalcos,onde outrora existiram lagoas,e que são conhecidas como covões.A maior dessas depressões teve aproveitamento hidrico considerável,a Barragem de Loriga.Por cima da Barragem de Loriga estão as Pistas de Esqui de Loriga,exactamente na àrea superior do Vale de Loriga,onde o glaciar começou a abri-lo.De referir uma outra depressão chamada Covão da Areia,e que se encontra na espectacular Garganta de Loriga.
A partir da Garganta de Loriga,o glaciar libertou-se,passando a escavar um terreno menos resistente à erosão.O grosso do glaciar abriu aquela parte do vale muito bonita,conhecida por Chão da Ribeira,onde se podem admirar os enormes blocos de granito,arrancados mais acima pelo gelo e depositados ali.Outras partes do glaciar "transbordaram" contornando a Garganta de Loriga,precipitando-se em cascata,criando as espectaculares encostas abruptas que são um exlibris inconfundível da paisagem loricense,tais como a Penha do Gato e a Penha dos Abutres.O glaciar escavou então uma grande bacia,onde esteve depositada uma enorme quantidade de gelo,criando o que é a parte mais ampla do vale,onde está situada a vila.
O glaciar começou por escavar a zona mais ampla do vale,para depois,à medida que ia perdendo massa,permitir a acumulação nessa àrea de materiais que foi arrastando.Estes materias foram-se depositando ao sabor da corrente do glaciar e da resistência que foi encontrando pelo caminho.Assim,a parte da colina onde foi fundada Loriga há mais de vinte e seis séculos,toda ela constituída por sedimentos arrastados pelo glaciar,só existe devido ao afloramento granítico localizado onde hoje está o Bairro de S.Ginês (S.Gens).A corrente do glaciar foi "obrigada" a contornar esse afloramento rochoso,criando acumulação de sedimentos a seguir.A erosão do glaciar,entretanto já "moribundo" e das duas linhas de àgua que surgiram,moldaram o vale,onde hoje se encontra a vila,deixando-o com uma aparência próxima da actual.
publicado por camarinhascoperacion às 14:58
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Eira da Pedra


Como vos prometi aqui vou por as fotos tirada na caminhada á Eira da Pedra.Foi um passeio muito giro,Eu a Carla a tia Fatima e o Tiago,saimos de casa por volta das 07h40minutos em direcção ao Vicente,ai começamos a subir para a eira da Pedra,ainda estavamos a começar a subir e começamos a ouvir a carla a perguntar se demorava muito para chegar ao deposito da água.Passado um bom bocado chegamos ao deposito da água,ai já não podiamos ouvir a carla a dizer "para a proxima eu não venho, se soubesse que era para subir tanto não vinha,eu já não vou subir mais" dizia a carla.Engraçado é que ela foi subindo;subindo;subindo,até que chegou aonde nós queriamos.




Amanha Sábado vamos dar um novo passeio até á casa do guarda ,aonde tem uma fonte com uma agua fresca e cristalina,estou a pensar ir até á antena que fica da vila de Loriga até á antena perto de 6 kilometros.Segunda feira de manha iremos até ao caixão da Moura.O caixão da Moura é uma rocha que tem escado nela propria um caixão mas breve ,breve ,irei por aqui fotos desse lindo lugar.
publicado por camarinhascoperacion às 06:50
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